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Cuidados ao comprar requeijão cremoso

Por Timoneiro, 20 de agosto de 2010 8:37

Quem não gosta daquele requeijão cremoso, ideal para passar no pão?

Cuidado para não levar gato por lebre. Agora existe à venda um produto, que utiliza as mesmas embalagens, também chamado de  cremoso no rótulo, mas que é, segundo o Inmetro, “Especialidade Láctea à base de requeijão“.

Cremoso

O que diz o Inmetro:

O requeijão é um produto tipicamente brasileiro, que possui, como ingrediente básico, o leite e, de acordo com a Portaria n.º 359, de 4 de setembro de 1997 do Ministério da Agricultura, o produto só pode ser reconhecido dessa forma se for “obtido pela fusão da massa coalhada, cozida ou não, dessorada e lavada, obtida por coagulação ácida e/ou enzimática do leite opcionalmente adicionada de creme de leite e/ou manteiga e/ou gordura anidra de leite ou butter oil. O produto poderá estar adicionado de condimentos, especiarias e/ou outras substâncias alimentícias.”

A especialidade láctea à base de requeijão é um produto novo que, até o momento, não possui regulamentação técnica que defina seu padrão de identidade e qualidade. Diferentemente do requeijão, a especialidade láctea utiliza amido e gordura vegetal e algumas chegam até a usar concentrado protéico do soro, mas o que deve ficar claro para o consumidor é que a base não é láctea.

Não é difícil o consumidor se confundir nas gôndolas dos supermercados. Expostas nas geladeiras de requeijão juntamente com o produto original, as especialidades lácteas vêm nos mesmos copinhos de plástico – a embalagem de vidro praticamente desapareceu – e têm apresentação similar à dos requeijões, deixando o creme branco transparecer por trás do rótulo. À primeira vista, tudo parece requeijão. As especialidades lácteas não trazem escrito “requeijão” no rótulo. Em destaque, vê-se apenas termos como “cremoso” e “tradicional“, por exemplo. Diferenciar um produto do outro só é possível se o consumidor se der ao trabalho de procurar as letras de tamanho reduzido que trazem a indicação “especialidade láctea“.


A análise completa de várias marcas dos dois tipos de produtos, inclusive com os níveis de coliformes encontrados, está no site do Inmetro. Verifique antes de comprar e não se deixe enganar. O Cremoso também é delicioso, o que não invalida a sua compra, além de custar menos que o verdadeiro requeijão.

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Queijo prato ajuda a diminuir a barriga

Por Timoneiro, 19 de agosto de 2010 18:45

Cada dia aparece uma novidade. Sempre ouvi dizer que os queijos brancos eram os menos nocivos à saúde. Queijo prato, por ser gorduroso, deveria ser evitado. Cottage e Ricota deveriam ser os mais consumidos por ter menos colesterol. Provolone é um veneno, etc.

Uma pesquisa comprova que o velho conhecido do brasileiro, o queijo prato, tem uma substância que evita a gordurinha que se acumula na barriga. Foi a matéria apresentada pelo Jornal Hoje, da TV Globo. A substância milagrosa se chama C.L.A. (Conjugated Linoleic Acid = Ácido Linoléico Conjugado) e é apontado pelos pesquisadores como um aliado na dieta. Os requeijões e o queijo prato são os que têm maiores quantidades de C. L. A.

Se você gosta de queijos e estava preocupado, sentindo-se culpado, pode relaxar.

Assista ao vídeo e aprenda, de quebra, a preparar Pão de Queijo.

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Receita de Panetone

Por Timoneiro, 5 de junho de 2010 16:24

Colaboração de Gutierritos (Dois Córregos – SP)

Ingredientes:

  • 1 kg de farinha de trigo
  • 4 tabeletes de fermento Fleischman
  • l e l/2 copos de leite
  • 6 ovos
  • l e l/2 copos de açúcar
  • essência de baunilha
  • l/2 cálice de de aguardente (pinga no duro)
  • 300 gramas de manteiga ou margarina ( sem gordura trans)
  • casca de limão ralada
  • uvas passadas
  • frutas cristalizadas.

Modo de fazer:

Desmanche o fermento no leite morno, junte o açúcar e os demais ingredientes, sendo por último, a farinha. Amasse bem e deixe crescer até dobrar de volume. A seguir divida a massa em 4 partes, juntando as uvas passas e as frutas cristalizada. Coloque em forma de panetone, untada com nanteiga,. Deixe novamente crescer até quase três dedos da forma. Assar em forno quente, por mais de 50 minutos. E está pronto.

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Como fazer Kolache

Por Timoneiro, 4 de junho de 2010 7:52

Colaboração de Jovimari Balotin

O Sr. Google me confundiu um pouco, dizendo ser um pão austríaco, tcheco, polonês e parei por aí. Concluí que deve ser europeu e pronto.

A uma “delícia” de história, uma breve introdução:

Início de noite e meu destino seria uma livraria em busca de algum título diferente para presentear uma querida amiga que sei, também encontra refúgio nos livros. Logo na entrada, uma banca de Literatura Estrangeira me puxou como um imã e me grudei maravilhada nos que ali estavam. Pensei em minha amiga que é toda “cor-de-rosa”, e então um livro lilás, com flores e alguma paisagem chamou minha atenção. Li as abas, a capa, contra-capa e soube da autora, até então desconhecida para mim – Susan Wiggs. Mas foi um outro livro dela com capa verde e pequenas tulipas que ganhou minha simpatia. Já nas primeiras páginas uma receita de pão polonês chamado Kolache e frases contendo carinho ao falar do amor que o gesto de fazer pão contém.

Na véspera do aniversário de minha amiga, conversando com minha mãe, falei do presente escolhido, da receita e de como seria gostoso receber um livro acompanhado daqueles pãezinhos que pareciam deliciosos. Começava ali esta história.

Na manhã seguinte, serelepe e animada, dona Maria foi cedo comprar os ingredientes necessários para aquela receita que nunca havíamos nem visto e nem experimentado. E então decidimos que se algo saísse muito errado, ninguém ficaria sabendo da nossa então, futura/morta criação.

Enquanto isso eu pesquisava rapidamente na Internet para saber mais sobre “ele” e como seria sua aparência. Descobri que ele era simplesmente lindo! Hummm, aprovado! O Sr. Google me confundiu um pouco, dizendo ser um pão austríaco, tcheco, polonês e parei por aí. Concluí que deve ser europeu e pronto. Em resumo, é um pão doce, pequeno que leva cobertura de geléias e é polvilhado com farofa de manteiga. O “nosso” Kolache levaria geléia de framboesa.

O próximo passo seria entender a receita. Como boas alunas – e sem mestres, lemos e relemos, duvidamos de algumas coisas, mudamos a quantidade de fermento (não havia peso específico e achamos que dois envelopes seriam demais) e demos boas risadas juntas. Até nos permitimos sonhar que uma pequena fábrica de Kolaches iniciava sua produção naquele momento e que uma futura viagem à Polônia seria necessária em breve. Enfim, a idéia inicial foi minha, mas foram as mãos hábeis de minha mãe e transformadoras, que deixou-nos maravilhadas! Terá também ela o poder de Midas?

Sim, após umas quatro horas, aquela massa transformou-se numa riqueza de sabor, cor, delicadeza e beleza. E lá estavam os Kolaches. Susan, através da personagem, relata no livro que a avó dizia para não se preocupar com o tempo que levaria todo o processo de preparação. Simplesmente porque “fazer pães é um ato de amor, e quem se importa com quanto tempo o amor exige?”

Por fim, criadoras – encantadas e felizes com a criação – distribuímos os Kolaches delicadamente numa cesta forrada com papel de seda xadrez em vermelho e branco. E o presente estava pronto! O que não imaginávamos é que faríamos tanto sucesso, não só pela criatividade, mas também pelo agradável sabor deste quitute dos deuses. E quem vocês acham que fez mais sucesso: o livro ou os Kolaches? Que me perdoe Susan!

“Quando fazemos pão, assim como na vida, descobrimos que sabemos bem mais do que imaginávamos.” Sim, e acredito que em “Pousada de Inverno” haverá muito a descobrir. Obrigada, Susan! pela receita e pelo livro que eu ainda não li.

Kolache – Receita retirada do livro Pousada de Inverno – Susan Wiggs

Como sugestão, nós achamos melhor diminuir o fermento, já que não especifica o peso, portanto colocamos apenas um envelope de 10 gr do fermento biológico. E a água quente, para nós é a morna. E Alguém duvida que são saborosas?

“Quando fazemos pão, assim como na vida, descobrimos que sabemos bem mais do que imaginávamos.”

Kolache Básico – pão polonês

1 colher de sopa de açúcar

2 envelopes de fermento biológico seco

½ xícara de água quente

2 xícaras de leite

6 colheres de sopa de manteiga sem sal

2 colheres de chá de sal

2 gemas levemente batidas

½ xícara de açúcar

6 e ¼ xícaras de farinha

1 e ½ tablete de manteiga derretida

Coloque o fermento em um copo medidor e polvilhe uma colher de sopa de açúcar sobre ele. Adicione a água quente – mas não tão quente para não matar o fermento biológico. (…)

Aqueça o leite em uma panela pequena; adicione a manteiga e mexa até que ela derreta. Espere amornar e despeje numa tigela grande. Junte o sal e o açúcar e vá incorporando as gemas batidas aos poucos, misturando rapidamente para evitar que coagulem. Então, acrescente a mistura de fermento.

Vá adicionando a farinha, uma xícara de cada vez. Quando estiver ficando pesada demais use as mãos. Continue adicionar farinha e a trabalhar a massa até que ela fique levemente brilhosa. Depois coloque numa tigela untada com óleo, virando-a até que toda ela esteja recoberta por uma fina camada de óleo. Cubra a tigela com pano de prato e coloque-a em lugar quente e abafado. Depois de uma hora, a massa deverá ter dobrado de tamanho.

Minha avó costumava enfiar dois dedos enfarinhados, fazendo dois buracos no topo da massa. Se os buracos ficassem abertos, ela diria que a massa já havia crescido o bastante. E então, é claro, você dá um soco na massa para tirar o ar de dentro dela. Um barulho baixo como suspiro, cheirando a fermento, indicará que a massa se submeteu a sua vontade.

Pegue pequenas porções da massa, mais ou menos do tamanho de um ovo e trabalhe-as no formato de pequenas bolas. Coloque as bolinhas num tabuleiro untado, deixando bom espaço entre elas. Deixe a massa crescer novamente e então, use seu polegar para fazer um buraco fundo no meio de cada bolinha. Aí será colocado o recheio de fruta. “coloque o que achar saboroso”. – uma colher de geléia de framboesa, ameixa, figo…

Faça um popsika, misturando ½ xícara de manteiga derretida com 1 xícara de açúcar, ½ xícara de farinha e 1 colher de chá de canela. Polvilhe uma quantidade razoável de “popsika” sobre cada kolache. Agora coloque os pães em um lugar aquecido, em cima da geladeira, por exemplo e deixe a massa descansar novamente, cerca de 45 min a 1 h, até que ela volte a dobrar de tamanho. Enquanto isso, pré-aqueça o forno a 180º C. Quando os pães tiverem crescidos, coloque-os no forno por 20 a 40 min, até que fiquem dourados.

Tire-os do forno, pincelo-os com manteiga derretida e retire-os do tabuleiro para que esfriem – rende 3 dúzias de pães.

Minha avó dizia para não nos preocuparmos com o tempo que levaria todo o processo de preparação dos kolaches. Fazer pães é um ato de amor, e quem se importa com quanto tempo o amor exige?

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Carambola, quem diria, pode até matar!

Por Timoneiro, 10 de abril de 2010 18:28

Hoje cedo comprei algumas carambolas bem bonitas. Chegando em casa, logo preparei um delicioso suco e me animei a pesquisar  sobre as suas propriedades para publicar aqui.

De fato, a carambola é rica em sais minerais (cálcio, fósforo e ferro) e vitaminas A, C e do complexo B. Combate a febre, estimula o apetite.

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Yogurt gelado é a moda neste verão

Por Timoneiro, 2 de fevereiro de 2010 19:01

Nunca fez tanto calor quanto agora. Este verão, principalmente no Rio de Janeiro, está sendo um dos mais quentes dos últimos anos.

Que vontade de tomar um sorvete para refrescar. Mas os sorvetes são ricos em gorduras hidrogenadas, têm muitas calorias, engordam, e devem ser consumidos com moderação.

Isso acabou. A moda agora é SORVETE DE YOGURT.

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Receita de escaldado de peru

Por Timoneiro, 25 de dezembro de 2009 16:46

João Ubaldo dá a receita e mostra o que fazer com as inevitáveis sobras de peru.

Já faz muito tempo, foi num desses Natais, não me lembro qual, que recebi um email de João Ubaldo Ribeiro, o escritor. Todos os anos sigo suas instruções. João Ubaldo ensina a maneira baiana de preparar um escaldado com os restos de peru ou de chester.

João Ubaldo, vivendo no Rio de Janeiro há muitos anos, recomenda salsinha ou coentro, embora na Bahia seja mais usado o coentro, mas posso garantir que o coentro é fundamental. Não deixem de colocar coentro no escaldado. Dá outro sabor!

Aqui está a receita, pelo próprio João:

escaldado de peru

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