Category: Comportamento

Como conhecer o dom que nos foi dado por Deus

Por Timoneiro, 31 de agosto de 2010 16:17

Por Edgard Santos

Todas as pessoas, sem exceção, são dotadas de um talento especial que precisa ser escavado e descoberto. Mesmo possuindo habilidade em várias áreas, há uma em que nos sobressaímos mais do que as outras pessoas e que poucos sabem fazer tão bem como nós; é esta que está aguardando dentro de nós para ser desenvolvida e foi Deus quem ali a colocou. Como Deus se encontra também em nosso interior, se recorrermos a Ele em prece silenciosa, não custaremos a descobrir o verdadeiro dom que Ele nos outorgou. Recorrer a testes vocacionais com psicólogos pode trazer bons resultados, mas, nada mais seguro do que Aquele que nos criou ditar-nos o que é melhor para as nossas vidas. Quando queremos recorrer exclusivamente a auxílios materiais para todo tipo de situações e esquecemo-nos de Deus é que surgem as dúvidas e os atropelos.

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Encontrando a vocação

Por Timoneiro, 31 de agosto de 2010 16:15

Por Edgard Santos

A dúvida quanto ao que ser na vida é bastante comum entre os que estão se preparando para o mercado de trabalho. São numerosas as opções e ainda há a influência das partes interessadas em lucrar com a demanda de áreas que estão em evidência e acabam supervalorizadas.

Do ponto de vista da vocação é fundamental uma análise das carreiras oferecidas, que, obviamente são lucrativas, do contrário não estariam em evidência, mas uma auto avaliação quanto a predisposição, o gosto e a habilidade natural em relação a tais ofertas. As opções são muitas, porém precisa o interessado possuir condições de escolher a carreira e não permitir que esta o escolha, se não quiser ser mais um com o diploma na mão e exercendo atividade completamente distinta daquele que lhe custou muito tempo e muito dinheiro. Para que isto não ocorra, uma busca se faz presente, mas no interior de si mesmo, e não fora.

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A escolha da profissão

Por Timoneiro, 31 de agosto de 2010 16:13

Por Edgard Santos

Muitos se encontram agarrados a tarefas árduas, executando-as sem o mínimo gosto porque, dizem, precisam disto para sobreviver e não encontram outro tipo de trabalho. Na verdade, não existem trabalhos indignos quando têm por objetivo beneficiar a sociedade da qual fazemos parte e todos servem ao nosso aprimoramento. No entanto, há aqueles que nos deixam felizes ao executá-los por atenderem a uma vocação que parte do fundo da alma. Encontrar esta vocação, este ideal, é a meta primordial do ser humano. Esta procura não deve envolver em primeiro plano o interesse por ganhos materiais elevados. O equívoco na escolha da profissão tem sido a causa de muitos fracassos. Ao optar por atividades que estão na moda, propaladas por promotores de concursos ou de cursinhos onerosos e concorridos pode o candidato estar se ndo levado por uma grande ilusão de mercado que pode acabar desviando-o do seu verdadeiro ideal.

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Saúde, um dom natural

Por Timoneiro, 31 de agosto de 2010 0:08

Por Edgard Santos

Estar bem consigo mesmo, não apenas na aparência, é o conceito geral de saúde. Ausência de sintomas não é garantia de saúde verdadeira; uma energia ilimitada, vontade de correr, pular e dar cambalhotas é sinônimo de saúde. Simples assim. Estamos cercados por coisas que nos fazem adoecer. É preciso uma mente forte para não se deixar sugestionar por tais insinuações. A impressão que fica é de que a sociedade e a mídia impõem limites a nossa própria saúde. Elas dizem quando, de que, e porque temos que ficar doentes. A prova está nas campanhas negativas sobre doenças e nas propagandas de remédios. Convençamo-nos de que não deve ser e que não é assim. O homem é saudável por natureza posto que é filho de Deus, perfeito, e não nasceu doente, salvo raras exceções. Olhando por este prisma é natur al que não adoeça e viva a sua existência eternamente saudável.

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Trabalho com alegria, recompensa em dobro

Por Timoneiro, 31 de agosto de 2010 0:06

Por Edgard Santos

Ele sorri porque é rico ou ele é rico porque sorri?

Eis uma questão que merece reflexão. Menciono Silvio Santos como um exemplo mais representativo desta verdade. Está cientificamente provado o valor terapêutico, rejuvenescedor e curativo do sorriso constante e natural e ele é prova cabal e irrefutável. Sua vida é um mar de realizações e vitórias. Faz do sorriso a sua marca, seu padrão de qualidade. No entanto, quantos Silvio Santos conhecemos? Muito poucos, infelizmente. Isto mostra a carência no mundo da alegria e do amor. Refletida nas guerras e no desentendimento. Carrancas e mau humor não trazem nenhuma vantagem, o que é ruim; e insistir nesta máscara é piorar o destino. Por outro lado, a alegria ameniza o estresse do trabalho, atrai mais clientes à loja e cria um ambiente harmonioso. Não é o aumento da clientela que faz sorrir os funcionários e o patrão, mas o contrário, como também não é o aumento do salário que faz sorrir o funcionário, que assim trabalha melhor, mas o contrário. Este comportamento, saindo do ambiente profissional para a vida lá fora é que vai mudar o mundo.

Ajudar com dinheiro é fazer em grande escala a obra de melhoria. É ensinar tudo sobre pescaria. Preparar o anzol que é a vontade, adaptá-lo com as melhores iscas que são os pensamentos corretos e lançá-lo no meio propício a fartas colheitas o que só é possível graças a busca cujo maior auxílio é a oração. Orar é emitir palavras. Muito mais do que isso, é emitir som e, muito mais ainda, é mover os lábios e proferir o desejo ou a gratidão. É enfim uma vibração possante e capaz de vivificar o universo e transformar destinos. Quantos desejos possuímos no fundo do peito que finalmente não passam disso: desejos. Desejar não é conseguir, mas quando abrimos os olhos da alma e, com gratidão, vivemos o aqui e o agora, dando o máximo, podemos esperar o máximo também, pois tudo na vida é reciprocidade . Não nascem rosas em pés de cactos nem limões azedos em pés de laranja adocicada. Creio que ensinar e treinar com eficiência é colocar na frente o amor e os elogios, pois que fazem crescer a quem quer crescer. Educar é, pois, dentro deste contexto, ensinar a pescar.

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Trabalhando em prol do ideal maior

Por Timoneiro, 30 de agosto de 2010 18:00

Por Edgard Santos

Qualquer trabalho que se faz com amor, dedicação e desprendimento tende a prover aos seus realizadores a verdadeira satisfação e o verdadeiro deleite. A recompensa maior e aquela que verdadeiramente vale a pena é sentida de dentro para fora, ou seja, não vem dos bens materiais que conseguimos conquistar como fruto deste trabalho, embora sejam estes de importância fundamental para que sejamos vistos e considerados um verdadeiro vencedor nesta vida – mas, e principalmente, do mais profundo de nossa alma que é o nosso clamor Divino.

A felicidade só advém à criatura humana quando ela consegue, ainda que em parte, saciar esta sede de realização. O ideal jaz latente, esperando por sua manifestação. Despertá-lo, visando o todo, deve ser o objetivo. Assim é o mundo. Parando e analisando, chegaremos a esta conclusão. Todo e qualquer trabalho não possui outro objetivo que não o servir mútuo. Há sem dúvida, exceções a esta regra, mas são tão poucas e tão visíveis que não raro, se desfazem por estarem alheias ao todo. Trabalhar é, portanto, servir ao mundo e não querer ser servido por ele. É dar o nosso talento, o nosso tempo e a nossa energia sem se importar com os resultados. Deve ser esta a finalidade. Se ganharmos dinheiro, melhor ainda, teremos assim o meio de aumentar a dedicação, fortalecendo a virtude do círculo.

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Superando dificuldades

Por Timoneiro, 30 de agosto de 2010 17:58

Por Edgard Santos

Possuir uma atividade em que o prazer nos envolve só de pensarmos nela. Onde a remuneração é uma consequência da doação espontânea e da dedicação incansável. Tudo o que daí resultar será motivo de alegria, até mesmo os aborrecimentos e dificuldades inerentes a ela. Fica assim livre o caminho para o crescimento. A procrastinação e o desânimo cedem lugar à perseverança. Harmonizam-se os relacionamentos porque visamos o todo em vez do individual.

Os resultados começam então a surgir. As metas ficam mais claras e cada vez mais próximas e, alcançá-las, é o foco que não se desfaz, visto que estamos fortalecidos. Se há barreiras, usamos de paciência adquirida na caminhada e na visão aclarada, para enxergarmos as brechas que sempre existem, sem ter que nos desviarmos do plano que foi traçado. A clientela, os ganhos acumulados, a vitória, a felicidade, enfim, é o desfrute merecido pela ação aplicada.

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