Quando a data de validade não garante a qualidade do alimento
Os supermercados procuram facilitar a vida do cliente, mas nem sempre os riscos compensam. O açougue é onde o atendimento costuma ser o mais demorado, principalmente se o cliente que está na sua frente resolve escolher carnes de vários tipos para o churrasco do final de semana. Escolher, cortar, pesar, etiquetar, são tarefas que demandam tempo e muita paciência. Em determinados horários as filas são inevitáveis.
Alguns supermercados oferecem carnes já cortadas, pesadas e embaladas, onde basta pegar a bandeja e colocar no carrinho. Geralmente, dependendo do supermercado, as carnes foram colocadas no mostruário há poucos minutos e a grande procura evita que fiquem ali por muito tempo. Em outros, no entanto, muitas bandejas colocadas pela manhã, lá permanecem até o supermercado fechar. A temperatura do mostruário, por ser um ambiente aberto, não garante o congelamento. Quando muito, as carnes são resfriadas como se estivessem na parte inferior da sua geladeira doméstica.
Há mercados que chegam ao absurdo de oferecer carne moída já embalada, o que é proibido. A carne deve ser moída no momento da compra, pois a maior área exposta ao ar faz com que a deterioração aconteça muito rapidamente.
O mais grave acontece quando o dia acaba, o mercado fecha, e a carne continua exposta, em sua bandeja. Nem vou mencionar que muitos mercados desligam o freezer ou reduzem a sua atividade (aumentando a temperatura) para economizar energia elétrica.
No dia seguinte, logo que o mercado abre, o açougueiro recolhe as carnes da véspera que não foram vendidas e passaram a noite nas prateleiras. O que será que ele faz com elas? Joga no lixo? Seria o correto mas, na maioria das vezes, as carnes são retiradas de suas embalagens antigas e novamente embaladas, etiquetadas com uma data novinha e recolocadas na prateleira como se tivessem sido cortadas naquele instante.
Isso não é ficção. É realidade e acontece com mais frequência do que se imagina. Um caso de polícia.
Nunca compre carnes pré-cortadas e embaladas, como estas que aparecem na foto. Escolha um pedaço inteiro e peça para cortar a carne na hora. Carne moída deve ser evitada, pois até a máquina de moer também é fonte de contaminação.
Cuide de sua saúde!


Com mais de 200 milhões de aparelhos celulares, a maioria (cerca de 80%) funcionando com chips pré-pagos, o brasileiro não sabe que, além de ter os mesmos direitos, ainda paga bem mais por cada ligação. Enquanto o minuto pós-pago custa em torno de R$ 0,90, no pré-pago pode passar de R$ 1,50. A diferença é enorme, mas mesmo assim vale a pena. O controle das despesas é o grande diferencial. Não há surpresas desagradáveis na hora de pagar a conta. Muita gente já teve seu nome negativado ou passou por grandes apertos para quitar uma conta telefônica inesperada.
O que me motivou escrever esse artigo foi a propaganda da CLARO 3G. Buscando alternativas que me proporcionassem um melhor acesso à rede, procurei informações sobre o mesmo serviço oferecido pela Claro. Chamou-me a atenção o destaque que eles dão nos anúncios, dizendo que, “ao contrário da concorrência, os serviços são oferecidos sem redução de velocidade”. Que maravilha!




