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Recebi uma proposta de emprego ganhando mais. Devo pedir demissão?

Por Timoneiro, 1 de setembro de 2010 5:16

Outro dia recebi um email de uma moça que trabalha para uma grande organização, onde a maioria das pessoas gostaria de trabalhar. As dificuldades para ser admitido nesta empresa são muitas e ela, com determinação e força de vontade, conseguiu uma vaga. Soube, depois, que a maioria das contratações acontece por indicações, o famoso QI (quem indica), mas não foi o caso dela e isso não interessa agora.

O problema é que, mesmo trabalhando para uma empresa de grande porte, seu salário é baixo e as dificuldades para trocar de cargo são enormes. Embora tenha potencial para realizar voos mais altos, está presa ao cargo atual e limita-se a executar um trabalho simples e que não a motiva. Seus chefes já perceberam isso e não tem interesse em atender seus anseios, pois ela desempenha bem suas funções, melhor até do que um funcionário menos qualificado.

Nos últimos dias recebeu uma proposta para um novo emprego, ganhando bem mais, numa empresa que opera na internet. Adianto que não se trata do Google, pois neste caso nem seria preciso dar qualquer conselho. Trata-se de um site que desponta na web, com alguma propaganda e muitas visitas, que estaria contratando um redator para revisar os textos de outros colaboradores. Ela está tentada a pedir demissão para ir tabalhar para novos patrões. E pediu a minha opinião a respeito.

Embora a nossa amiga esteja insatisfeita com o atual trabalho, deve pensar seriamente antes de abrir mão de um emprego estável, numa empresa sólida, que lhe oferece segurança e todos os benefícios legais, inclusive o plano de saúde, que é  grande salário indireto. Quem garante que o novo emprego não passa de uma ilusão virtual? Será que a empresa é mesmo tão sólida? Ou estará se aventurando na web, tentando um lugar no imenso oceano onde muitos começam e poucos terminam, e naufragará algumas milhas adiante?

Meu conselho foi claro: se você estivese desempregada ou trabalhando para uma empresa pequena, valeria a pena arriscar. Afinal, trata-se de um jogo, onde se pode ganhar ou perder. Conhecendo o mercado de trabalho e a natureza humana, é difícil imaginar que um emprego considerado tão bom, com excelente salário e baixa complexidade, esteja diponível e sendo oferecido publicamente. Por que nenhum protegido, com elevado QI, foi colocado para preencher a vaga? Ou mesmo alguém, também qualificado, não foi ainda contratado e a vaga permanece em aberto? Desconfie das ofertas muito fáceis. Cheiram a conto do vigário. Dinheiro não se acha no chão, a menos que seja perdido. E, se haverá um perdedor, tudo indica que será você, ao trocar seu sonho por uma aventura.

Se o emprego atual tem seus problemas, procure resolvê-los. Tudo passa. Isso também passará. O mundo dá voltas e as coisas acabam se arrumando, a menos que haja uma desistência no meio do caminho.

Neste caso, é melhor não arriscar. Fique onde está.

Agora… se o Google chamar…

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Como conhecer o dom que nos foi dado por Deus

Por Timoneiro, 31 de agosto de 2010 16:17

Por Edgard Santos

Todas as pessoas, sem exceção, são dotadas de um talento especial que precisa ser escavado e descoberto. Mesmo possuindo habilidade em várias áreas, há uma em que nos sobressaímos mais do que as outras pessoas e que poucos sabem fazer tão bem como nós; é esta que está aguardando dentro de nós para ser desenvolvida e foi Deus quem ali a colocou. Como Deus se encontra também em nosso interior, se recorrermos a Ele em prece silenciosa, não custaremos a descobrir o verdadeiro dom que Ele nos outorgou. Recorrer a testes vocacionais com psicólogos pode trazer bons resultados, mas, nada mais seguro do que Aquele que nos criou ditar-nos o que é melhor para as nossas vidas. Quando queremos recorrer exclusivamente a auxílios materiais para todo tipo de situações e esquecemo-nos de Deus é que surgem as dúvidas e os atropelos.

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Encontrando a vocação

Por Timoneiro, 31 de agosto de 2010 16:15

Por Edgard Santos

A dúvida quanto ao que ser na vida é bastante comum entre os que estão se preparando para o mercado de trabalho. São numerosas as opções e ainda há a influência das partes interessadas em lucrar com a demanda de áreas que estão em evidência e acabam supervalorizadas.

Do ponto de vista da vocação é fundamental uma análise das carreiras oferecidas, que, obviamente são lucrativas, do contrário não estariam em evidência, mas uma auto avaliação quanto a predisposição, o gosto e a habilidade natural em relação a tais ofertas. As opções são muitas, porém precisa o interessado possuir condições de escolher a carreira e não permitir que esta o escolha, se não quiser ser mais um com o diploma na mão e exercendo atividade completamente distinta daquele que lhe custou muito tempo e muito dinheiro. Para que isto não ocorra, uma busca se faz presente, mas no interior de si mesmo, e não fora.

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A escolha da profissão

Por Timoneiro, 31 de agosto de 2010 16:13

Por Edgard Santos

Muitos se encontram agarrados a tarefas árduas, executando-as sem o mínimo gosto porque, dizem, precisam disto para sobreviver e não encontram outro tipo de trabalho. Na verdade, não existem trabalhos indignos quando têm por objetivo beneficiar a sociedade da qual fazemos parte e todos servem ao nosso aprimoramento. No entanto, há aqueles que nos deixam felizes ao executá-los por atenderem a uma vocação que parte do fundo da alma. Encontrar esta vocação, este ideal, é a meta primordial do ser humano. Esta procura não deve envolver em primeiro plano o interesse por ganhos materiais elevados. O equívoco na escolha da profissão tem sido a causa de muitos fracassos. Ao optar por atividades que estão na moda, propaladas por promotores de concursos ou de cursinhos onerosos e concorridos pode o candidato estar se ndo levado por uma grande ilusão de mercado que pode acabar desviando-o do seu verdadeiro ideal.

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Saúde, um dom natural

Por Timoneiro, 31 de agosto de 2010 0:08

Por Edgard Santos

Estar bem consigo mesmo, não apenas na aparência, é o conceito geral de saúde. Ausência de sintomas não é garantia de saúde verdadeira; uma energia ilimitada, vontade de correr, pular e dar cambalhotas é sinônimo de saúde. Simples assim. Estamos cercados por coisas que nos fazem adoecer. É preciso uma mente forte para não se deixar sugestionar por tais insinuações. A impressão que fica é de que a sociedade e a mídia impõem limites a nossa própria saúde. Elas dizem quando, de que, e porque temos que ficar doentes. A prova está nas campanhas negativas sobre doenças e nas propagandas de remédios. Convençamo-nos de que não deve ser e que não é assim. O homem é saudável por natureza posto que é filho de Deus, perfeito, e não nasceu doente, salvo raras exceções. Olhando por este prisma é natur al que não adoeça e viva a sua existência eternamente saudável.

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Trabalho com alegria, recompensa em dobro

Por Timoneiro, 31 de agosto de 2010 0:06

Por Edgard Santos

Ele sorri porque é rico ou ele é rico porque sorri?

Eis uma questão que merece reflexão. Menciono Silvio Santos como um exemplo mais representativo desta verdade. Está cientificamente provado o valor terapêutico, rejuvenescedor e curativo do sorriso constante e natural e ele é prova cabal e irrefutável. Sua vida é um mar de realizações e vitórias. Faz do sorriso a sua marca, seu padrão de qualidade. No entanto, quantos Silvio Santos conhecemos? Muito poucos, infelizmente. Isto mostra a carência no mundo da alegria e do amor. Refletida nas guerras e no desentendimento. Carrancas e mau humor não trazem nenhuma vantagem, o que é ruim; e insistir nesta máscara é piorar o destino. Por outro lado, a alegria ameniza o estresse do trabalho, atrai mais clientes à loja e cria um ambiente harmonioso. Não é o aumento da clientela que faz sorrir os funcionários e o patrão, mas o contrário, como também não é o aumento do salário que faz sorrir o funcionário, que assim trabalha melhor, mas o contrário. Este comportamento, saindo do ambiente profissional para a vida lá fora é que vai mudar o mundo.

Ajudar com dinheiro é fazer em grande escala a obra de melhoria. É ensinar tudo sobre pescaria. Preparar o anzol que é a vontade, adaptá-lo com as melhores iscas que são os pensamentos corretos e lançá-lo no meio propício a fartas colheitas o que só é possível graças a busca cujo maior auxílio é a oração. Orar é emitir palavras. Muito mais do que isso, é emitir som e, muito mais ainda, é mover os lábios e proferir o desejo ou a gratidão. É enfim uma vibração possante e capaz de vivificar o universo e transformar destinos. Quantos desejos possuímos no fundo do peito que finalmente não passam disso: desejos. Desejar não é conseguir, mas quando abrimos os olhos da alma e, com gratidão, vivemos o aqui e o agora, dando o máximo, podemos esperar o máximo também, pois tudo na vida é reciprocidade . Não nascem rosas em pés de cactos nem limões azedos em pés de laranja adocicada. Creio que ensinar e treinar com eficiência é colocar na frente o amor e os elogios, pois que fazem crescer a quem quer crescer. Educar é, pois, dentro deste contexto, ensinar a pescar.

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Trailer do filme “Uma noite em 67″

Por Timoneiro, 30 de agosto de 2010 19:50

Trailer do documentário Uma Noite em 67, escolhido para abrir a festival É Tudo Verdade, em São Paulo.

O documentário musical, de Renato Terra e Ricardo Calil, resgata a história do III Festival de Música Popular Brasileira, da TV Record, que mudou os rumos da MPB e teve como finalistas Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, entre outros.

Paulinho Machado de Carvalho, Sérgio Ricardo, Sérgio Cabral e Ferreira Gullar falam mais sobre o episódio em que Sérgio Ricardo quebrou o violão no III Festival da Tv Record, realizado em 1967:

Saiba mais…

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