Seria muita pretensão de nossa parte imaginar que o Universo, tal e qual o conhecemos, foi criado somente para nos abrigar e servir de moradia. Se considerarmos que, mesmo aqui na Terra, a vida se faz presente de várias maneiras, em várias formas, sob as mais severas condições, chegaremos à conclusão de que não é bem assim. Somos uma poeira microscópica e estamos perdidos numa esquina do Universo.
Ainda há quem pense que as estações do ano existem por causa da maior aproximação ou afastamento da Terra em relação ao Sol. Mas não é assim que acontece. O fato de a Terra se aproximar ou se afastar um pouco do Sol não influencia em nada as estações.
As estações (verão, outono, inverno e primavera) são causadas pela inclinação do eixo da Terra (23º) e pela volta que a Terra executa em torno do Sol, o Movimento de Translação.
Por que os eclipses do sol só acontecem na Lua Nova e os eclipses da Lua na Lua Cheia?
Este é mais um tema que parece tão óbvio, mas não é tão simples assim. Poucos entendem como funciona. Certa vez fui consultado por um amigo, escritor famoso, que precisava saber se a Lua Cheia estaria no céu durante o dia. O personagem principal de seu último livro deveria nascer com o bum-bum virado para a lua, uma expressão que se usava antigamente para dizer que alguém tinha muita sorte.
Ontem escrevi o primeiro artigo sobre Astronomia, mostrando porque o céu de verão é diferente do céu que vemos no inverno. Confesso que não sei se fui suficientemente claro na explicação. O uso da visão espacial facilita o entendimento, mas nem todos conseguem utilizá-la. Assim como algumas pessoas têm facilidade para aprender línguas e outras preferem a matemática, nem todo mundo consegue se concentrar e usar corretamente a visão espacial.
Porque as estrelas nascem, a cada dia, quatro minutos mais cedo.
Sim. E daí? Mas por que elas nascem mais cedo?
Vou explicar de uma maneira bem didática, pois muitos leitores não se interessaram pelo assunto no passado e não têm idéia de como a coisa funciona. Se repetir aquilo que você conhece, peço um pouco de paciência.
Você está lembrado de como era o primeiro número da Revista Veja, publicado em 11 de setembro de 1968, pouco antes da assinatura do AI-5?
A Editora abril disponibilizou na internet todas as revistas Veja, publicadas nesses últimos 40 anos.
Da capa à contra-capa, incluindo todas as páginas. É um trabalho impressionante e creio que servirá como fonte de consulta e garimpagem de dados para efetivação de eventuais trabalhos de pesquisa.
Gala de Reabertura do Theatro Municipal – 27 de abril
Gala dos 101 anos do Theatro Municipal – 14 de Julho
Ballets
Soirèe Roland Petit – estréia 1º de maio
Ballet David Parsons – estréia 17 de julho
Don Quixote – estréia 07 de outubro
O Quebra Nozes – estréia 16 de dezembro
Óperas
Romeu e Julieta, Gounod – estréia 29 de maio
Il Trovatore, Verdi – estréia 18 de setembro
O Castelo do Barba Azul, Bartók – estréia 13 de novembro
Tosca, Puccini – estréia 07 de dezembro
Óperas em Concerto
Magdalena, Villa-Lobos – estréia 19 de junho
O Guarani, Carlos Gomes – estréia 26 de junho
Música e Imagem
Cinema em concerto – 14 de agosto
Prêmio “Theatro Municipal”
Finalíssima 21 de agosto
Domingo de Manhã no Theatro Municipal
36 espetáculos didáticos para crianças de todas as idades, jovens e adultos com ingressos a R$ 1,00.
Participação do Coro, Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem, Orquestra Petrobrás Sinfônica e outras atrações.
O acordo ortográfico, que mudou e padronizou a escrita nos países que têm o português como língua oficial, apresenta muita dificuldade de entendimento na hora de utilizar o hífen.
Conhecer as novas regras ortográficas não é apenas saber se joboia ou assembleia são palavras acentuadas. O uso do hífen tem sido motivo das maiores dúvidas. Como se escreve minissérie? Estará certo? Ou se escreve mini-série? E bem-vindo?
Acabe com os erros. Escreva certo, pelas novas regras, instalando o Dicionário Aulete Digital.
A prova de redação, nos concursos públicos e vestibulares assustam muitos candidatos. Aqueles que desenvolveram o hábito da leitura desde crianças, tiram a prova de letra. Outros, desacostumados de ler, não sabem escrever.
Algumas dicas poderão ajudar, não apenas aos menos experientes, como àqueles que já têm alguma prática.
Este vídeo ajuda no aprendizado:
A prova de redação é a mais importante e deve ser feita logo no início.
Margem, número de linhas, letra legível, não usar corretivo, são preocupações que se deve ter em mente.
Leia atentamente o tema proposto. A PUC oferece três temas. Não perca tempo e escolha uma, esquecendo as demais. Se o tema for dissertativo, a opinião será sua. Introdução, desenvolvimento e conclusão não devem ser esquecidos. O texto deve ter de quatro a cinco parágrafos. Dois períodos em cada parágrafo.
Seu texto deve ser objetivo.
Faça um planejamento antes de escrever.
Geralmente os assuntos de prova estão na mídia. Prepare-se.
Evite usar as idéias que estão no texto de apoio e seja criativo.
Faça referência às fontes de informação (citações, exemplos, dados estatísticos, reportagens, literatura, cinema).
Use adequadamente o vocabulário. Use português culto. Mostre seu conhecimento gramatical.
Lembre que o texto opinativo está sendo escrito para convencer alguém.
Está chovendo. Guarde as ferramentas para que elas não se enferrujem.
Ferrugem é com g. Enferrujar é com j. Se o infinitivo é com j, o j fica em todas as formas. Quando o infinitivo for com g, como dirigir, deve-se trocar o g pelo j. “Dirigam com cuidado!” está errado… a não ser que o g dê conta do recado. Você nunca vai precisar trocar o j do infinitivo pelo g, mas, às vezes, vai trocar o g pelo j. Não poderia ser mais simples, pois não?
É importante lembrar que se escrevem com j palavras de origem ameríndia ou africana, como canjerê, jequitibá, jenipapo, pajé, etc… Já manjericão, jeque, cafajeste e berinjela não têm a mesma origem, porém, coincidentemente, também se escrevem com j… O Já também.
Emprego das letras K, W e Y
Usam-se apenas
em abreviaturas e como símbolos de termos científicos de uso internacional
na transcrição de palavras estrangeiras não-aportuguesadas ou meio aportuguesadas, como o verbo downloadar.
Os pronomes de tratamento, também chamados formas de tratamento, podem ser familiares ou cerimoniosos, dependendo do cargo, título, idade ou dignidade da pessoa que substituem:
você [v] – no tratamento familiar
o senhor [Sr.], a senhora [Srª.] – no tratamento de respeito
a senhorita (Sr.tª) – a moças solteiras
Vossa Senhoria [V.S.ª] – para pessoas de cerimônia, principalmente na correspondência comercial
Vossa Excelência [V.Ex.ª] – para altas autoridades
Vossa reverendíssima [V.Revmª] – para sacerdotes
Vossa Eminência [V.Em.ª] – para cardeais
Vossa Santidade [V.S.] – para o Papa
Vossa Majestade [V.M.] – para reis e rainhas
Vossa Majestade Imperial [V.M.I.] – para imperadores
Vossa Alteza [V.A.] – para príncipes, princesas e duques
Não há consenso, entre os gramáticos, sobre a flexão de alguns desses pronomes.
Um dos empregos do ponto-e-vírgula é separar orações de certa extensão.
“Se o homem corre trás do dinheiro, é ganancioso; se insiste em uma empresa útil, é um mero capitalista; se não procura consegui-lo, preguiçoso; se o consegue sem haver feito por onde, é parasita; se o acumula depois de árduo trabalho, nós o chamamos de estúpido por não ter sabido aproveitar a vírgula… a poupança, quer dizer.”